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50 Anos do Dia da Liberdade

Liberdade foi a palavra mais proferida nas comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, em Vila Nova de Paiva.

O programa arrancou ainda no dia 24, com um belíssimo concerto da Orquestra Cem Notas, ao serão, com algumas canções icónicas da Revolução e a alusão à liberdade musical e de expressão conseguidas.

No dia 25, as comemorações iniciaram com o hastear da Bandeira, sob guarda de honra do Corpo de Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Paiva, ao som do Hino Nacional e na presença do executivo autárquico, alunos do Agrupamento de Escolas, professores, entidades civis e religiosas e população em geral, que fizeram questão de se associar aos festejos.

Na sessão solene, no Salão Nobre, intervieram a Presidente da Assembleia Municipal, Cristina Pires, o 1º Presidente do Município no pós-25 de Abril, Amândio Pires de Almeida e o atual Presidente do Município, Paulo Marques.

Na sua intervenção, Cristina Pires fez alusão aos ideais de Abril, ao papel das mulheres antes e após a revolução e ao devido reconhecimento dos militares que lutaram nas ex-colónias. Amândio Pires de Almeida recordou alguns acontecimentos enquanto autarca, reiterou o trabalho das autarquias em prol do bem-estar dos seus munícipes e dirigiu-se aos jovens presentes referindo que “a democracia não é dada, é conquistada”.

O autarca Paulo Marques mencionou a importância desta data, dos seus ideais e da renúncia aos discursos e ideias extremistas, especialmente por parte dos jovens, que devem estar sempre informados, praticar os valores democráticos e valorizar os direitos e liberdades conseguidos com a Revolução de Abril.

Concluídas as intervenções, os alunos do Agrupamento de Escolas foram convidados a assumir os cargos de Presidente da Assembleia, de secretários e de deputados, numa autêntica Assembleia Municipal, questionando o autarca paivense sobre diversas temáticas e revelando preocupação e consciência da realidade do concelho.

O apoio ao desporto jovem, o Centro de Saúde, as praias fluviais, a feira, o apoio a crianças, idosos e famílias em situação vulnerável, a Biblioteca Municipal, a limpeza das ruas e matas, a rede telefónica e de internet, o desenvolvimento económico, os incentivos à criação de emprego, a economia circular, os parques infantis, a Casa das Caldeirinhas, a poupança de água, a cultura e tempos livres e a desertificação foram os temas das questões levantadas ao autarca Paulo Marques.

Finda a Assembleia Municipal de Jovens, todos os presentes foram convidados a visitar as exposições “Branquinho da Fonseca – Uma Vida a fazer Ler”, que retrata a vida e obra de Branquinho da Fonseca, um homem que teve a coragem de lutar, em tempos de ditadura, por uma educação que chegasse a todos, através do poder da leitura na formação do indivíduo enquanto cidadão; e “Os Direitos Humanos na Escola”, da APCC - Associação de Promoção Cultural da Criança, no âmbito da campanha sobre Direitos Humanos consagrados na Constituição Portuguesa.

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